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É preciso conscientizar a sociedade brasileira da necessidade de organizar reformas para destravar a economia. É o que defende Gesner Oliveira, professor na Fundação Getulio Vargas (FGV), coordenador do Centro de Infraestrutura e Soluções Ambientais (Ceisa) e sócio da GO Associados.
Em entrevista ao Canal UM BRASIL — uma realização da FecomercioSP —, Oliveira lembra que o Brasil vive, hoje, um círculo vicioso, com Estado pesado, carga tributária alta e, nesse contexto, informalidade excessiva. Ele destaca que os muitos impostos funcionam como um incentivo para mais informalidade e assim por diante. “Vivemos dois mundos: um formal, restrito, e um informal enorme, horrível do ponto de vista do funcionamento da economia, porque inibe o investimento”, pontua o professor.
Romper esse ciclo significa desenvolver um Estado mais eficaz, mais leve, com menos impostos e mais incentivo à formalização, defende. “Isso gera um enorme incentivo ao investimento e à inovação, gerando uma base de arrecadação muito maior e, consequentemente, menos necessidade de impostos”, completa.
O mundo está assistindo à ascensão de líderes autoritários que se aproveitam do próprio jogo democrático. A origem desse fenômeno pode estar na insatisfação da população quanto às instituições. É o que explica Germano Almeida, analista de política internacional, em entrevista ao Canal UM BRASIL e à Revista Problemas Brasileiros. O bate papo foi ilustrado pelo cartunista Adão Iturrusgarai.
O que tem sido visto nas democracias ao redor do mundo é a consolidação do cenário ideal para a ascensão de discursos de caos, de instabilidade e de falência social, mesmo que exagerados. Esse quadro, segundo Almeida, é marcado por um “alto grau de insatisfação e de rejeição ao Congresso, ao Poder Executivo, à mídia, aos tribunais e às forças de segurança”.
É aí que o autoritarismo entra em cena. Segundo o analista, essa é uma situação propensa à ascensão do que ele chama de “homens fortes”. “São essencialmente líderes que rejeitam o sistema democrático — e que, muitas vezes, se aproveitam desse sistema, não se assumem como ditadores e vão ao jogo das eleições. A partir de certo ponto, ganham um certo controle e domínio, adotando a ideia de que ‘Se eu perdi, não valeu’”, conclui Almeida.
O Canal UM BRASIL – uma realização da FecomercioSP – entrevistou Andrés Pastrana, presidente da Colômbia entre 1998 e 2002, na estreia da série Diálogos Presidenciais, promovida em parceria com o RenovaBR e o Insper, e com curadoria de conteúdo da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Durante a conversa, ilustrada pela charge de Caco Galhardo, Pastrana defendeu que as lideranças latino-americanas e seus partidos voltem a ser os porta-vozes da sociedade. Olhando não só para as questões do dia a dia, mas também com um olhar mais amplo sobre as necessidades dos países.
“Hoje, vejo os partidos políticos muito distantes das pessoas. E de que forma podemos engajar novamente os jovens? Isso se faz com formação política”, disse. Para ele, este é um passo indispensável na renovação da democracia no continente.
Além disso, o ex-presidente também compartilhou episódios marcantes que moldaram a sua própria visão sobre liderança, autoridade e responsabilidade pública, além de memórias e reflexões.
O Canal UM BRASIL e a Revista Problemas Brasileiros – ambas realizações da FecomercioSP – entrevistaram Fernando Senise, sócio-executivo do escritório de advocacia Brasil Salomão, sobre os obstáculos e oportunidades dos brasileiros em Portugal. A conversa foi realizada em parceria com o World Trade Center Lisboa Business Club.
De acordo com o executivo, o país europeu é uma escolha certa para quem procura a internacionalização, sendo uma ótima porta de entrada para os empresários na Europa, um mercado novo e consumidor relevante, com muita demanda, e um “ambiente seguro” ao empresariado brasileiro.
“A internacionalização em língua portuguesa é algo muito atrativo. Muitos dos empresários, por alguma circunstância, acabaram não sendo fluentes em inglês, francês ou espanhol. E, portanto, Portugal é um destino natural”, completou.
A conversa foi ilustrada pela charge de Jean Galvão.
A forma de Donald Trump de governar e se relacionar com outros países é capaz de gerar incertezas econômicas e geopolíticas em todo o mundo. O fenômeno é descrito como “Trumpulência” pelo economista e diplomata, Marcos Troyjo, em entrevista ao Canal UM BRASIL no final de 2025. A conversa foi ilustrada pela charge de Caco Galhardo.
A “Trumpulência”, de acordo com Troyjo, tem impactos significativos para o Brasil, materializados pelo recente imbróglio do “tarifaço”, assim como as recentes tensões com a China e, na última semana, com a Venezuela. “É uma força com a qual nós teremos que lidar. Ela é marcada por oscilações, uma característica da personalidade do presidente que se estende à sua administração”, explica.
O conceito, segundo o consultor global do European Investment Bank, é marcado pela turbulência causada pelas tarifas, pela impulsividade e imprevisibilidade de suas decisões, pela opulência da economia americana, com um PIB nominal de 30 trilhões de dólares, e pela incoerência de defender a desburocratização e a desregulamentação, que pode prejudicar a própria economia do país.
Nesta segunda (1º), os líderes da China, Rússia e Índia se reuniram em uma cúpula da OCS — bloco de segurança regional que conta com essas três nações. No evento, o presidente chinês, Xi Jinping, sinalizou a construção de uma nova ordem econômica e de segurança focada no “Sul Global”.
Ao lado do Brasil, esses países têm sido alvo direto das políticas tarifárias e protecionistas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impõe um cerco comercial e pode causar danos profundos a essas economias.
O comportamento de Trump, retratado na charge de Adão Iturrusgarai, foi comentado por Feliciano de Sá Guimarães, que atua como diretor acadêmico e pesquisador sênior no Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), em entrevista ao UM BRASIL.
Para ele, os brasileiros têm suas opiniões sobre as ações de Trump e os impactos dessa política podem influenciar o próximo pleito. “A eleição de outubro de 2026 será, talvez, a primeira do Brasil, na história da República Nova, em que a política externa estará nas urnas de uma forma muito forte”, observou.
Na opinião do pesquisador, Trump está guiado, justamente, por essa expectativa. “Qualquer presidente, do Lula ao próximo, deverá ter plena consciência — e já tem — de que temas e posicionamentos internacionais afetam a própria popularidade”, completou.
Às vésperas da COP30, o mundo terá de buscar soluções para amenizar a ausência dos Estados Unidos, um dos maiores emissores do mundo, dos acordos climáticos, avalia Sérgio Abranches, sociólogo, escritor e colunista político.
O presidente Donald Trump, declarou, no início do ano, que o país se retirou do Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas. A decisão foi justificada pelo suposto impacto econômico do acordo e a necessidade de priorizar a produção de combustíveis fósseis.
“O país precisa ter uma contribuição importante, de liderança, na redução de emissões. Se ele não o faz, os outros usam isso como álibi para também não fazer”, afirma Abranches. “Isso significa que não conseguiremos avançar na questão climática até que o Trump saia do governo.”
A ausência, ilustrada pela charge de Caco Galhardo, coloca em xeque o futuro de debates importantes que devem pautar a COP neste ano, como a transição energética, o mercado de carbono e o financiamento climático.
Em entrevista ao Canal UM BRASIL, o professor Tanguy Baghdadi fala sobre os desafios de se fazer comunicação científica em momentos em que conflitos levantam bandeiras ideológicas e opiniões divergentes, como a questão palestina e Guerra na Faixa de Gaza. O tema é ilustrado pela charge de Adão Iturrusgarai.
“Esse é o tema mais difícil de ser tratado. Não por questões técnicas. Mas sei que qualquer coisa a ser dita sempre vai me colocar numa posição de cancelamento”, revela o criador do podcast Petit Journal. Em tempos de polarização, Tanguy revela que costuma ser “xingado por todos os lados”. “Todo mundo tem muitas certezas. O que fazer?”, questiona.
Para Tanguy, nesse momentos, como comunicador, a saída é apenas explicar o que está acontecendo. “É preciso saber que a maioria está te ouvindo e aprendendo. As estridências são de uma minoria, que é agressiva”, explica.
“Um certo sangue frio é necessário. A gente tem que saber que a gente vai apanhar somente por tocar no assunto. Mas não pode deixar de falar de forma equilibrada, trazendo fatos, dados e análises de forma cautelosa. Mas você vai apanhar, isso faz parte da divulgação científica”, conclui.
Estudos mostram que o aumento das tarifas de importação sobre os produtos chineses, no primeiro mandato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi negativo para a Indústria estadunidense, adverte Silvia Matos, professora na FGV e coordenadora do Boletim Macro IBRE, em entrevista ao Canal UM BRASIL.
“Parte da Indústria de lá sofreu consequências em termos de aumento de custos de insumos produtivos. E o governo Biden continuou com a mesma política”, ressalta.
Com o aumento dessas tarifas e uma possível movimentação protecionista em todo o mundo, a China teria que aumentar o consumo interno para que a Indústria siga produzindo, avalia a coordenadora. “Vimos, no ano passado, os carros elétricos chineses invadindo a economia brasileira. Ninguém vai ficar parado. Haverá um aumento de protecionismo no mundo como um todo”, avalia Silvia.
Ela acredita que a Indústria chinesa deve se preparar para lidar com tudo isso. O aumento das tarifas vai gerar um excesso de oferta. E o governo vai tentar ajudar esse setor para continuar produzindo. “A China já é um país que tem uma renda per capita mais elevada e, ao mesmo tempo, um consumo baixo. A minha prescrição para o país seria: ‘Vamos consumir mais’”, completa.
Em entrevista ao Canal UM BRASIL, Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do Grupo Eurasia, defende que, em termos eleitorais, estamos observando um movimento muito claro na Europa, nos Estados Unidos e em boa parte da América Latina: o movimento antissistema.
Essa tendência, explica ele, é o crescimento da competitividade de candidatos que se colocam contra representações do sistema, seja o Judiciário, seja a mídia tradicional, sejam as instituições. Essa movimentação pode ser vista tanto no espectro político de esquerda quanto no de direita.
Na Europa e também nos Estados Unidos de Donald Trump também pipocam movimentos políticos associados a posturas contrárias à imigração. “A porcentagem de residentes que nasceram fora do próprio país está no mais alto pico desde a virada do século, então, é natural que o eleitorado acabe privilegiando candidaturas que sejam anti-imigratórias”, explica o executivo.
Na entrevista, Garman também falou sobre o debate conceitual em torno da democracia. “O governo Donald Trump argumenta que, numa democracia popular direta, é preciso contar com um Executivo empoderado, sem restrições do Judiciário, e uma interpretação de liberdade de expressão individual também sem freios”, lembra Garman.
Ainda sobre Trump, que na charge de Alberto Benett é representado como uma espécie de “Pequeno Príncipe” isolado de tudo e todos, Garman acredita que vivemos um momento de rupturas, principalmente no que tange às relações transatlânticas. “No primeiro mandato, Trump já tinha uma visão de que os Estados Unidos talvez deveriam se retirar da Otan e reduzir as tropas na Europa. Além da relação mais amigável com Vladimir Putin”, relembra.
Ainda de acordo com o especialista, a combinação de todos desses fatos, somado a episódios de constrangimento envolvendo Trump e líderes europeus, foi um choque para o Velho Continente, porque, afirma o executivo, “no fundo, é um sinal que não podem mais contar com os Estados Unidos”.
Os países da América Latina têm falhado em prover educação básica à população. Como resultado, as nações perdem em produtividade — o que impõe obstáculos ao desenvolvimento da região.
É o que avalia William Maloney, economista-chefe para a região da América Latina e do Caribe do Banco Mundial, em entrevista ao Canal UM BRASIL — uma realização da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) — ilustrada pela charge de Adão Iturrusgarai.
“Se apenas 30% da população têm uma educação decente, diminui-se o potencial de gerar empreendedores ou cientistas para um terço do que poderia ser”, exemplifica. Hoje, o País segue tendo as commodities como seu principal item de exportação, como minérios, soja e carne. Enquanto isso, também exporta profissionais — que poderiam contribuir com o desenvolvimento nacional caso encontrassem incentivos, valorização e oportunidades.
Há, então, caminhos a serem explorados. “O Brasil tem muito talento, uma forte tradição industrial, ótimos profissionais e setores financeiros muito bons. Poderíamos estar mais presentes lá fora”, conclui.
Esta charge de Adão Iturrusgarai ilustra a conversa com Helena Bento, diretora-geral da Fundação Francisco Manoel dos Santos, uma das mais bem-conceituadas instituições de estudos e pesquisa de Portugal. Ela avalia que, às vésperas de completar 50 anos de democracia consolidada, o atual desafio de Portugal é recuperar o crescimento econômico.
Adão Iturrusgarai produziu esta charge especialmente para a entrevista com André Jordan, chairman do André Jordan Group e conhecido como pai do turismo português. Ele explica que o reconhecimento ocorre pelo potencial turístico que conseguiu enxergar e disseminar no país ao longo de várias décadas, absorvendo todas as qualidades necessárias para que se tornasse uma potência no setor. Jordan destaca que “valorizar a própria cultura é etapa fundamental para ter um turismo único e prestigiado por estrangeiros”. A conversa faz parte da série “Conexão Brasil–Portugal” do Canal UM BRASIL.
Esta charge do Adão Iturrusgarai ilustra a entrevista com Paulo Portas, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal. Ele explicita que “o mundo precisa que Estados Unidos e China dialoguem em torno de interesses em comum”. A conversa faz parte da série “Conexão Brasil–Portugal” do Canal UM BRASIL.
Esta charge de Benett ilustra a entrevista com Carmen Fonseca, pesquisadora do Instituto Português de Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa. Ela diz que, para o Brasil, foi mais difícil alcançar consensos em termos regionais (América do Sul) do que internacionais.
Esta charge de Jean Galvão ilustra a entrevista do UM BRASIL com Bernardo Ivo Cruz, secretário de Estado da Internacionalização de Portugal. Segundo ele, melhorar a aproximação entre Brasil/Portugal e América Latina/Europa é fundamental para a superação de desafios mundiais, como transição digital e mudança climática.
De acordo com a doutora Luciana Maria de Oliveira advogada associada sênior do Cescon Barrieu nas áreas de Comércio Internacional e Comércio Exterior, é importante que o Brasil não se filie aos movimentos de fechamento, de imposição de barreiras às exportações e de busca pela autossuficiência – de forma a não deixar de ser competitivo e de investir em seu mercado. Para ela, o Brasil ainda é muito fechado para as cadeias de produção e de valor, então, precisa se abrir mais e buscar contratos que beneficiem os investimentos internacionais. Charge do Alberto Benett!
De acordo com a coordenadora do curso de Relações Internacionais da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), Fernanda Magnotta, o mundo do século 21 é multipolar, instável e com disputas entre valores heterogêneos. Mesmo sendo um cenário complicado, o que garante que as grandes nações não terminem em um enfrentamento completo são os elementos de dissuasão nas esferas militar, nuclear e econômica. Estes elementos fazem com que os países percebam que têm mais a perder do que a ganhar no enfrentamento. Charge do Adão Iturrusgarai!
Em entrevista ao UM BRASIL, Carlos Gustavo Poggio, pesquisador e professor de Relações Internacionais da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap), acredita que a guerra entre os dois países simboliza o fim de um período no qual havia apenas uma potência no mundo e que no meio disso, o Brasil, sem se alinhar a nenhum lado, precisa cumprir o objetivo da política externa: colher benefícios para o seu desenvolvimento.
A charge do Caco Galhardo, ilustra a nossa entrevista com a vice-presidente do Painel Intergovernamental Sobre Mudanças Climáticas (IPCC), Thelma Krug, que fala sobre o novo relatório do IPCC sobre o rápido avanço das mudanças do clima no planeta e alerta sobre o que aguarda um mundo que não reage: “Estamos falando de um futuro inviável, de seca e falta de água”.
César Jiménez Martínez, professor do Global Media and Communications at Cardiff University School of Journalism, Media and Culture, em conversa com o canal UM BRASIL, acredita que o mundo pós-pandemia será muito mais fechado e mais nacionalista. Qual a sua opinião sobre a afirmação do especialista? Jiménez também fala sobre o papel da mídia na pandemia, além de traçar um paralelo entre a atual imagem negativa do Brasil no cenário internacional e os protestos de 2013. A charge é do Adão Iturrusgarai!
Você já assistiu à nossa entrevista com o jornalista e analista internacional Lourival Sant’Anna? Conversamos sobre preservar as relações econômicas mantendo a cordialidade diplomática, e esta charge do Adão Iturrusgarai é resultado do bate-papo. Para Sant’Anna, é importante que o País se mantenha aberto a fim de preservar as relações econômicas. Ele comenta ainda sobre alianças estratégicas do Brasil: ou com a China ou os Estados Unidos.
Para o professor do curso de Relações Internacionais das Faculdades Integradas Rio Branco, José Maria de Souza Júnior, a movimentação de elites políticas é o que promove instabilidade no crescimento do País. Em conversa com o canal UM BRASIL sobre turbulências na região, Souza Júnior afirma: “A América Latina é um continente com muita desigualdade, fornecedor de produtos primários para o comércio internacional, mas que não gera benefícios para os setores dentro de uma sociedade de maneira ampla”. A charge que ilustra a conversa é do Adão Iturrusgarai!
A charge de Caco Galhardo foi feita com base na avaliação do doutor em Ciência Política, Oliver Stuenkel. Na conversa com o UM BRASIL, o especialista disse que a China deverá continuar sendo o principal parceiro comercial do Brasil e que é necessário que a diplomacia, o setor privado e a academia se debrucem para entender como o país asiático funciona.
A charge do Adão Iturrusgarai desta semana é baseada na nossa entrevista com a professora da FGV EESP – Escola de Economia de São Paulol e coordenadora do Centro do Comércio Global e Investimento, Vera Thorstensen. Na conversa, ela comenta a guerra comercial entre os EUA e a China e outros temas ligados ao cenário internacional – como a necessidade de maior abertura e integração do País ao comércio global.
Política externa e o papel do Brasil no século 21 foi o tema da nossa conversa com o ex-embaixador do Brasil na França e na Argentina, Marcos de Azambuja. Pedimos ao novo cartunista do UM BRASIL, Benett, que produzisse uma charge baseada no papo conduzido pelo jornalista Jaime Spitzcovsky.