HÁ MAIS DE UMA DÉCADA, O UM BRASIL CONECTA ESPECIALISTAS DE DIVERSAS ÁREAS PARA DISCUTIR OS GRANDES DESAFIOS DO PAÍS
Da modernização do Estado ao combate às desigualdades, da emergência climática à melhoria do ambiente de negócios, da educação à geopolítica, abordamos temas fundamentais para o desenvolvimento brasileiro.
A partir dessas reflexões, o UM BRASIL amplia o protagonismo da FecomercioSP em fóruns de debate, fortalecendo alianças estratégicas com instituições, empresas e lideranças da sociedade civil.
O mundo está assistindo à ascensão de líderes autoritários que se aproveitam do próprio jogo democrático. A origem desse fenômeno pode estar na insatisfação da população quanto às instituições. É o que explica Germano Almeida, analista de política internacional, em entrevista ao Canal UM BRASIL e à Revista Problemas Brasileiros. O bate papo foi ilustrado pelo cartunista Adão Iturrusgarai.
O que tem sido visto nas democracias ao redor do mundo é a consolidação do cenário ideal para a ascensão de discursos de caos, de instabilidade e de falência social, mesmo que exagerados. Esse quadro, segundo Almeida, é marcado por um “alto grau de insatisfação e de rejeição ao Congresso, ao Poder Executivo, à mídia, aos tribunais e às forças de segurança”.
É aí que o autoritarismo entra em cena. Segundo o analista, essa é uma situação propensa à ascensão do que ele chama de “homens fortes”. “São essencialmente líderes que rejeitam o sistema democrático — e que, muitas vezes, se aproveitam desse sistema, não se assumem como ditadores e vão ao jogo das eleições. A partir de certo ponto, ganham um certo controle e domínio, adotando a ideia de que ‘Se eu perdi, não valeu’”, conclui Almeida.
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