Ricardo Salles aborda a eficiência do funcionalismo público brasileiro
ENTREVISTADOS
MEDIAÇÃO
O cientista político Ricardo Salles, fundador do Movimento Endireita Brasil, ressalta, em entrevista ao UM BRASIL, o que ele chama de péssimo hábito do brasileiro de relativizar o certo e o errado.
“Temos no Brasil hoje uma mistura de gente séria e picareta em todos os setores […] Se é bandido, se é corrupto, não importa a coloração partidária ou sua visão ideológica, tem que ir para a cadeia”, afirma.
Sobre o funcionalismo público, ele diz que “a estabilidade no emprego, a obrigatoriedade de isonomia salarial e a falta de cobrança de resultados acabam transformando o funcionário em um preguiçoso”.
“Quem não é bom está prejudicando o Estado e o cidadão. A pessoa que não atinge a meta, não trabalha, está sempre de licença porque frauda atestados médicos, tem que ir para a rua […] Isso não é injusto. A verdadeira injustiça é que ele está ocupando o lugar de uma pessoa competente, com vontade de trabalhar.”
ENTREVISTADOS
CONTEÚDOS RELACIONADOS
Educação e Cultura
Bombardeio de conteúdos curtos nas redes sociais desacostumou os cérebros às leituras e aos desafios
Flávia Bravin, ‘head’ da Saber Educação, fala sobre a importância do livro na construção do pensamento crítico
ver em detalhes
Sociedade
Setor privado tem papel relevante na aceleração da agenda climática
Para a economista Ana Toni, a COP30 uniu empresas e governos em busca de soluções e ações concretas para frear a crise do clima
ver em detalhes
Economia e Negócios
Estabilidade no funcionalismo protege o Estado e a democracia
Em debate promovido pelo UM BRASIL e pelo Movimento Pessoas à Frente, Marília Ortiz e Sergio Firpo discutem o papel do Estado perante a sociedade
ver em detalhes