Brasil precisa ver cidadão como cliente e não paciente, diz economista do Banco Mundial
ENTREVISTADOS
MEDIAÇÃO
“O governo precisa deixar de olhar o cidadão como um paciente que precisa ser tratado e passar a vê-lo como um cliente, um parceiro”. A opinião é de Rita Ramalho, economista do Banco Mundial e coordenadora do estudo Doing Business. O documentário foi gravado no início do ano, nos Estados Unidos.
“O Brasil tem muito espaço para melhorar, principalmente, em relação à abertura de empresas. Na maioria dos mais de 180 países estudados, o processo é muito mais simples e rápido”, afirma, referindo-se ao relatório Doing Business, do Banco Mundial.
No estudo, que leva em consideração a vida de uma empresa, desde sua abertura até o fechamento, o Brasil ocupa uma das piores colocações do mundo entre as 189 nações pesquisadas.
ENTREVISTADOS
CONTEÚDOS RELACIONADOS
Economia e Negócios
Brasil precisa se conscientizar sobre a necessidade de reformas para destravar a economia
Gesner Oliveira, professor na FGV, ressalta a importância de modernizar o Estado brasileiro, garantir segurança jurídica e desenvolver um ‘sistema tributário racional’
ver em detalhes
Internacional
Crise institucional leva ao surgimento de líderes autoritários ao redor do mundo
Germano de Almeida, analista de política internacional, reflete sobre os rumos de uma nova ordem global
ver em detalhes
Internacional
Formação política é fundamental para renovar a democracia
Na série ‘Diálogos Presidenciais’, Andrés Pastrana, ex-presidente da Colômbia, compartilha memórias e reflexões de quem já viveu o poder
ver em detalhes