Brasil precisa ver cidadão como cliente e não paciente, diz economista do Banco Mundial
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“O governo precisa deixar de olhar o cidadão como um paciente que precisa ser tratado e passar a vê-lo como um cliente, um parceiro”. A opinião é de Rita Ramalho, economista do Banco Mundial e coordenadora do estudo Doing Business. O documentário foi gravado no início do ano, nos Estados Unidos.
“O Brasil tem muito espaço para melhorar, principalmente, em relação à abertura de empresas. Na maioria dos mais de 180 países estudados, o processo é muito mais simples e rápido”, afirma, referindo-se ao relatório Doing Business, do Banco Mundial.
No estudo, que leva em consideração a vida de uma empresa, desde sua abertura até o fechamento, o Brasil ocupa uma das piores colocações do mundo entre as 189 nações pesquisadas.
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