É diplomata, conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB).
Foi embaixador do Brasil na Argentina e na França, secretário-geral do Itamaraty, coordenador da Conferência Rio-92 e chefe da delegação do Brasil para Assuntos de Desarmamento e Direitos Humanos, na Suíça.
É coautor do livro História da paz, da Contexto, e atualmente escreve suas memórias na obra intitulada Quase memórias póstumas. É palestrante sobre temas relativos a relações internacionais nas áreas de desarmamento, desenvolvimento sustentável e direitos humanos.
UM BRASIL
Azambuja falou sobre a atuação do Brasil na política externa em entrevista publicada no dia 23 de março de 2018. Na ocasião, ele disse que o País é uma grande potência regional com projeções mundiais e tem papel crescente no século 21.
Política
Os brasileiros não rejeitam a democracia ou preferem o autoritarismo. O problema da população com a ideia da democracia tem a ver com a percepção de que, no Brasil, ela não cumpre com suas entregas sociais. A avaliação é de Adriano Codato, professor na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e coordenador do Representação e Legitimidade […]
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